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LIBERTAS

  • 21 de jun.
  • 1 min de leitura

É saber que não tenho mais escolha, ainda que vestida de vermelho.

Minha fragilidade exposta em paredes de uma maturidade invasiva.

Os momentos que pousada em névoa, recordo que o ritmo e a melodia são distintos, apesar de abraçarem a mesma canção.

Não me apego às imagens de outrora.

Não sou consolada pelo composição do vazio.

Não me encontro em nenhuma outra narrativa senão no roteiro do AGORA.

Vestida de vermelho, sou cativa pelo AMOR. 

Há o encanto, a proposta e a decisão tecendo a jornada na construção única que define o fim (I was born for this).

Suspiro profundo, ouço a velha canção, ela sabe arrancar-me de mim, recuso-me adentrar por ruas cruéis.

Guardo no profundo do meu ser o que um dia será somente DELE, sem reservas, misturas ou temores.

Enfim, LIBERTAS.


 
 
 

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