CAOS
- 26 de jan.
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Clamo por melodias novas.
Clamo por poesias autênticas.
Clamo por dançar descalça sem me importar com quem está olhando.
Clamo por silêncio profundo e barulhos construtivos.
Clamo por lugares distantes, sem platéia, chatice e julgamentos.
Clamo por leveza, ainda que o momento exija seriedade.
Clamo por solitude.
Clamo por boa literatura que me conduza a outro lugar.
Clamo pela crônica da vida, como protagonista da meu próprio enredo.
Há alegria no sonhar?
Há recompensa em acreditar?
Há encontros no buscar?
Clamo por profundidade, o raso é refluente e exaustivo, Deus me livre adaptar-me!!!
Clamo por compreensão? De forma nenhuma! Sou um caos poético em florescência e a minha particularidade é um tesouro que amo velar!





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